domingo, 5 de setembro de 2010

serás sempre tu.

as saudades reapareceram, e as promessas que fazes, não valem de nada. ainda não vi um pequeno esforço para seres alguém, para me demonstrares o quanto tu dizes que gostas de mim. queria só um pouco da tua atenção, sei que é um bocado difícil esta nossa distância, mas é tudo ou nada. reparei que não tens aquele jeitinho, nem para mim, nem para os manos, que estão aí, perto de ti. ainda naquela nossa discussão, estive a falar com a Adriana, e ela disse-me o quanto puxa por ti. e tu devias era puxar pela cabeça, e ligares-me, ou mandares um msg de e-mail. só queria ter mais noticias tuas, mais novidades vindas de ti. sabes que custa não ter-te aqui, porque vi a falta imensa que fazes. quando fui passar férias aí, tinha vontade de ficar lá, contigo, porque já tinha saudades de te ver, de te abraçar, e de gritar "oh paaai". mas não, o meu lugar é aqui, junto da mãe, e junto dos meus amigos, que ao longo do tempo, se tornaram todos, a minha família. não digo que não gosto de ti, porque pai é pai, e mesmo depois de tudo, eu ainda tenho aquele desejo de um dia, ter-te ao meu lado, e poder saber que se não tenho um, tenho outro para contar em tudo, e pedir ajuda sempre que for preciso.

serás sempre tu, o meu pai, e nunca te vou oferecer mal, porque apesar de tudo, eu amo-te.